{"id":183,"date":"2014-12-07T23:50:40","date_gmt":"2014-12-08T02:50:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fernandosimon.com\/blog\/?p=183"},"modified":"2015-01-25T22:59:21","modified_gmt":"2015-01-26T01:59:21","slug":"exadata-gerenciado-recursos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fernandosimon.com\/blog\/exadata-gerenciado-recursos\/","title":{"rendered":"Exadata: Gerenciado Recursos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Depois de apresentar de forma breve alguns conceitos do Oracle Exadata em artigos anteriores (<a href=\"http:\/\/www.fernandosimon.com\/blog\/exadata-software-arquitetura-discos-e-comunicacao\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.fernandosimon.com\/blog\/o-que-e-oracle-exadata\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>) vou falar um pouco sobre como usar tudo isso de forma inteligente. Voc\u00ea j\u00e1 deve ter notado que no Oracle Exadata existem muitos recursos dispon\u00edveis como cluster Oracle RAC, grande quantidade de discos, Storage Servers entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos cen\u00e1rios mais comuns para o Oracle Exadata \u00e9 a consolida\u00e7\u00e3o de bancos de dados distintos (e requisitos distintos) no mesmo ambiente. De qualquer forma n\u00e3o h\u00e1 nada errado, voc\u00ea j\u00e1 faz isso no ambiente tradicional. O seu storage j\u00e1 armazena os blocos de diversas bases, provavelmente compartilhando os mesmos discos do raid group.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas onde que o Oracle Exadata se sai melhor? Basicamente na integra\u00e7\u00e3o entre hardware e software que n\u00e3o existe no ambiente tradicional, a granularidade do que pode ser controlado \u00e9 muito maior. Muitos dos conceitos aqui podem ser aplicados no ambiente tradicional, o detalhe \u00e9 utiliz\u00e1-los com intelig\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos destes t\u00f3picos j\u00e1 foram comentados por mim no Webinar sobre Gerenciamento de Recursos que fiz para o Exadata SIG do GUOB. Fiz um post sobre o Webinar que est\u00e1 dispon\u00edvel <a href=\"http:\/\/www.fernandosimon.com\/blog\/webinar-exadata-sig-gerenciamento-de-recursos\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a> e l\u00e1 existe uma descri\u00e7\u00e3o mais detalhada do est\u00e1 neste artigo. De qualquer forma, tentarei passar alguns detalhes para que voc\u00ea consiga utilizar os recursos dispon\u00edveis de forma inteligente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><!--more Continue lendo...--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CPU<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O controle de CPU que voc\u00ea tem dispon\u00edvel no Oracle Exadata \u00e9 o mesmo que voc\u00ea utilizaria em qualquer banco 11GR2 ou superior. Aqui temos o instance caging (atrav\u00e9s do par\u00e2metro CPU_COUNT) para controlar quantos threads de cpu o banco de dados pode \u201cvisualizar\u201d. O \u00fanico detalhe \u00e9 quanto ao total de cpu definido para todos os bancos de dados:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">Partitioning: a soma dos cpu\u2019s definidos para todas as bases do servidor n\u00e3o passa do limite de cpu\u2019s (threads) dispon\u00edveis;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Over-Subscrive: diferentemente do anterior a soma de todos ultrapassa a quantidade f\u00edsica das threads de cpu\u2019s dispon\u00edveis.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">No 12C com o surgimento de PDB\u2019s e CDB\u2019s existe o compartilhamento por shares onde h\u00e1 uma divis\u00e3o por \u201cporcentagem\u201d sobre o que pode ser utilizado.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cada um dos pontos acima tem suas vantagens. O importante aqui \u00e9 entender que voc\u00ea pode ajustar o CPU (em tempo real) para seus bancos e gerenciar. Caso algum banco precise de mais CPU e outro n\u00e3o esteja utilizando, basta realocar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOURCE MANAGER<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 o gerenciador de recursos que existe dentro de cada banco de dados Oracle, atrav\u00e9s dele voc\u00ea define n\u00edveis sobre o que cada aplica\u00e7\u00e3o, usu\u00e1rio, categoria ou consumer group pode utilizar. Basicamente, sobre o que cada base tem de cpu voc\u00ea define as prioridade internas de uso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Toda a configura\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada atrav\u00e9s de planos em que grupos de consumidores tem suas porcentagens e garantias de uso definidas. O mapeamento sobre quem comp\u00f5e o consumer group \u00e9 realizado atrav\u00e9s de consumer groups mappings, sendo que podemos definir atrav\u00e9s de usu\u00e1rios, aplicativos, m\u00f3dulos e servi\u00e7os de conex\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O importante aqui \u00e9 entender a divis\u00e3o, sendo que os planos contem 8 n\u00edveis e a prioridade \u00e9 do 1\u00ba ao 8\u00ba. O que n\u00e3o \u00e9 utilizado em cada n\u00edvel passa aos demais. Falarei mais sobre ele em um post dedicado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>SERVICES<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu listo services do Oracle RAC como pe\u00e7a integrante em um esquema de gerenciamento de recursos pois permite definir e dividir a conex\u00e3o ao banco de dados de formas bem interessantes. Mas uma ressalva, utilizar somente services n\u00e3o quer dizer que voc\u00ea est\u00e1 fazendo gerenciamento de recursos. O importante \u00e9 que ele pode ser integrado com resource manager atrav\u00e9s do mapeamento de consumer groups.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, um servi\u00e7o de conex\u00e3o (por exemplo WEB) pode ganhar mais recursos e prioridades dentro do banco de dados atrav\u00e9s de uma simples mudan\u00e7a do plano ativo do resource manager. Voc\u00ea tamb\u00e9m pode \u201cdesligar\u201d um tipo espec\u00edfico de conex\u00e3o sem finalizar o banco de dados. Como disse acima, sozinho services n\u00e3o faz nada e por isso que o importante n\u00e3o \u00e9 entender um \u00fanico ponto, mas sim a integra\u00e7\u00e3o poss\u00edvel entre todas as pe\u00e7as dispon\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IORM<\/strong> <strong>(I\/O Resource Manager)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos os t\u00f3picos que listei acima podem ser utilizados tanto em um ambiente tradicional como no Oracle Exadata, mas o gerenciamento de I\/O (com a granularidade ideal) s\u00f3 existe no Oracle Exadata e explicarei porqu\u00ea. Falar sobre IORM renderia uma s\u00e9rie de posts, o assunto \u00e9 extenso mas j\u00e1 falei sobre ele (com mais detalhes) em 3 posts <a href=\"http:\/\/www.fernandosimon.com\/blog\/iorm-parte-iii\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.fernandosimon.com\/blog\/iorm-parte-ii\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.fernandosimon.com\/blog\/iorm-parte-i\/\" target=\"_blank\">aqui<\/a>. O que falarei abaixo \u00e9 um resumo do IORM.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Come\u00e7arei com algumas perguntas, em um ambiente tradicional se a sua aplica\u00e7\u00e3o WEB (que aqui seria a menos priorit\u00e1ria) est\u00e1 consumindo mais I\/O do que o sua aplica\u00e7\u00e3o DESKTOP (a mais priorit\u00e1ria) o que voc\u00ea faz? Muda as tabelas de tablespace e as coloca em raid groups\/discos diferentes? E se elas estivem acessando a mesma tabela, o que voc\u00ea faz? Reza?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Oracle Exadata isso \u00e9 simples de resolver, basta mudar o plano para consumo de I\/O que estar\u00e1 tudo ajustado. Tudo isso \u00e9 poss\u00edvel atrav\u00e9s do IORM e a sua integra\u00e7\u00e3o direta com o resource manager do banco de dados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ideia b\u00e1sica \u00e9 id\u00eantica ao resource manager do banco de dados, voc\u00ea define a porcentagem que cada banco ou categoria ter\u00e1 de I\/O e em qual n\u00edvel ele poder\u00e1 usar. As requisi\u00e7\u00f5es de I\/O s\u00e3o recebidas pelo Exadata Software e colocadas em filas de prioridades para execu\u00e7\u00e3o, nenhuma requisi\u00e7\u00e3o deixar\u00e1 de ser realizada, mas as de maior prioridade ter\u00e3o um tempo de resposta menor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>dbPlan<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 o m\u00e9todo mais simples de divis\u00e3o do IORM, voc\u00ea define para cada banco qual a porcentagem de I\/O que ir\u00e1 receber. A granularidade \u00e9 definida por banco e na eventualidade de necessitar mais recursos para somente um consumer group voc\u00ea n\u00e3o ir\u00e1 conseguir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>catPlan<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">M\u00e9todo mais avan\u00e7ado de configura\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s do catplan voc\u00ea define quanto cada categoria poder\u00e1 ter de I\/O. Se voc\u00ea verificar na documenta\u00e7\u00e3o do Oracle Exadata n\u00e3o existe como definir categorias internamente no software, estas s\u00e3o categorias internas dos bancos de dados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se voc\u00ea trabalha com resource manager de bancos de dados dificilmente deve ter visto esta configura\u00e7\u00e3o, na realidade voc\u00ea nem se preocupa com elas. Mas ent\u00e3o para que serve? Atrav\u00e9s delas voc\u00ea pode definir categorias para seus consumer groups, e se perceber, criar categorias id\u00eanticas em bancos diferentes. \u00a0Criando as mesmas categorias em bancos diferentes voc\u00ea pode agrup\u00e1-las e no IORM definir que categorias do tipo BATCH receber\u00e3o 10% de I\/O independente do banco de origem. Al\u00e9m disso, supondo que queria aumentar a garantia de I\/O para um \u00fanico consumer group voc\u00ea s\u00f3 precisa mudar a categoria associada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Exemplo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vamos partir do seguinte exemplo: Voc\u00ea consolidou 5 bancos de dados no Oracle Exadata, sendo que em ambos voc\u00ea criou as categorias ALTA (para DESKTOP\/WEB), MEDIA (para Integra\u00e7\u00f5es\/DBLink\u2019s) e BAIXA (Batch). Assim o Exadata software ao receber uma requisi\u00e7\u00e3o de I\/O ir\u00e1 verificar a qual categoria pertence e colocar na fila espec\u00edfica. Al\u00e9m disso tamb\u00e9m ir\u00e1 verificar a qual banco pertence e, dentro da fila da categoria, realocar a requisi\u00e7\u00e3o dependendo do banco de dados de origem. E isso acontece para cada Storage Server de forma independente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No exemplo abaixo temos um exemplo de plano para IORM que tenta ilustrar o que demonstrei acima. catPlan eleva a complexidade pois o que os bancos definidos no dbPlan ir\u00e3o receber depende da porcentagem de cada categoria, cria o conceito de planos dentro de planos (os subplans). No exemplo abaixo os 70% da categoria ALTA ser\u00e3o divididos entre os bancos do dbPlan, e isso ocorre para cada categoria. Se voc\u00ea tiver que garantir mais recursos de I\/O para um consumer group do DB01 basta voc\u00ea mudar a categoria a qual ele est\u00e1 associado l\u00e1 no banco de dados.<\/p>\n<pre class=\"\">ALTER IORMPLAN                                                         -\r\n   catPlan=( (name=ALTA, level=1, allocation=70),                      -\r\n             (name=MEDIA, level=2, allocation=60),                     -\r\n             (name=BAIXA, level=3, allocation=80),                     -\r\n             (name=OTHER, level=5, allocation=100)                     -\r\n             ),                                                        -\r\n    dbPlan=( (name=DB01, level=1, allocation=60),                      -\r\n             (name=DB02, level=2, allocation=70),                      -\r\n             (name=DB03, level=3, allocation=50),                      -\r\n             (name=DB04, level=4, allocation=90),                      -\r\n             (name=OTHER, level=5, allocation=100, flashCache=OFF)     -\r\n             ),                                                        -\r\nobjective=low_latency\r\n<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>INTEGRA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas ent\u00e3o, o que existe de diferente entre o ambiente tradicional e o Oracle Exadata no gerenciamento de recursos? Na minha opini\u00e3o \u00e9 a granularidade no controle de recursos. Em um ambiente tradicional voc\u00ea n\u00e3o ir\u00e1 conseguir modificar (nem definir) prioridades diferentes de I\/O para consumer groups distintos de um mesmo banco de dados que estejam consumindo a mesma tabela. Nenhum storage consegue interpretar o conte\u00fado das requisi\u00e7\u00f5es enviadas pelo banco de dados e enfileir\u00e1-las, ainda mais envolvendo bancos de dados diferentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um ponto pouco comentado \u00e9 que no Oracle Exadata voc\u00ea tem a capacidade de integrar tudo, do in\u00edcio ao fim da requisi\u00e7\u00e3o. Voc\u00ea consegue definir a conex\u00e3o atrav\u00e9s de services do Oracle RAC, mape\u00e1-los em consumer groups e definir a quantidade de CPU que cada um ir\u00e1 ter atrav\u00e9s do Resource Manager do banco de dados, indo al\u00e9m voc\u00ea consegue definir o quanto cada banco de dados ou categoria poder\u00e1 ter de I\/O atrav\u00e9s do IORM. Tudo isso de forma integrada e pass\u00edvel de modifica\u00e7\u00e3o sem precisar reiniciar qualquer banco ou ter downtime de sua aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um detalhe \u00e9 que tanto o Resource Manager do banco quanto o IORM s\u00f3 entram em a\u00e7\u00e3o com mais for\u00e7a quando o consumo dos recursos est\u00e1 pr\u00f3ximo de 100%. Mas pouco se fala \u00e9 que al\u00e9m do gerenciamento de recursos voc\u00ea \u201cganha\u201d a capacidade de medir tudo isso. Mesmo voc\u00ea n\u00e3o usando 100% de recursos voc\u00ea pode verificar o consumo de cada m\u00f3dulo do seu ambiente. Somente com um plano ativo no Resource Manager voc\u00ea consegue saber quanto de CPU \u00e9 gasto por cada consumer group, e se o IORM estiver ativo algumas m\u00e9tricas adicionais do Exadata Software ser\u00e3o preenchidas e voc\u00ea conseguir\u00e1 medir o gasto de I\/O corretamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ideia b\u00e1sica que deve ficar clara \u00e9 a capacidade que o Oracle Exadata lhe d\u00e1 para integrar e gerenciar tudo, do in\u00edcio ao fim da requisi\u00e7\u00e3o voc\u00ea pode medir e controlar o consumo. Permitindo ser proativo e detectar qualquer desvio de consumo antes que o usu\u00e1rio perceba gargalo no sistema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea consegue medir e gerenciar recursos em um ambiente tradicional? Com certeza, mas n\u00e3o na granularidade e integra\u00e7\u00e3o que o Oracle Exadata permite.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PR\u00d3XIMO ARTIGO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No pr\u00f3ximo artigo falarei sobre como voc\u00ea pode monitorar e gerenciar o ambiente, quais as ferramentas necess\u00e1rias e o que consultar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de apresentar de forma breve alguns conceitos do Oracle Exadata em artigos anteriores (aqui e aqui) vou falar um pouco sobre como usar tudo isso de forma inteligente. Voc\u00ea j\u00e1 deve ter notado que no Oracle Exadata existem muitos recursos dispon\u00edveis como cluster Oracle RAC, grande quantidade de discos, Storage Servers entre outros. 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