Shrink ASM Diskgroup and Exadata Grid Disks

Here I will cover the shrink of ASM diskgroup in Exadata environment running VM’s. The process here is the opposite of what I wrote in the previous post, but have a tricky part that demands attention to avoid errors. The same points that you checked for extending are valid now: number the cells, disks per cell, ASM mirroring, and the VM that you want to change continue to be important, but we have more now. Besides that, the post shows how to verify (and “fix”) if you have something in the ASM internal extent map that can block the shrink.

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Increase size for Exadata Grid Disks

A quick article about a maintenance task for Oracle Exadata when you are using OVM and you divided your storage cell disks for every VM. Here I will show you how to extend your Grid Disks to add more space in your ASM diskgroup.

The first thing is being aware of your environment, before everything you need to know the points below because, they are important to calculate the new space, and to avoid do something wrong:

  • Number of cells in your appliance.
  • Number of disks for each cell.
  • Mirroring for your ASM.
  • The VM that you want to add the space.

The “normal” Exadata storage cell has 12 disks, the Extreme Flash version uses 8 disks per storage. If you have doubt about how many disks you have per storage cell, you can connect in each one and check the number of celldisks you have. And before continuing, be aware of Exadata disk division:

To do this change we execute three major steps: ASM, Exadata Storage, and ASM again.

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Exadata X8, Second look

Every year Oracle arrives and release new version of Exadata with a plenty of new things. We have the natural evolution from hardware (more memory, more cpu…) and sometimes news features from software side. The point for this post today it is not about the HW and SW things, but something is hidden in the small lines of the new X8.

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Exadata X4 – Parte II

O lançamento do Exadata X4 trouxe muitas mudanças, principalmente nos Storage Servers. Como disse no outro post as mudanças dos Storage Servers precisam ser detalhadas com mais cuidado, ler nas entre linhas e notas de rodapé. Infelizmente este é um artigo extenso e cheio de detalhes técnicos, mas garanto que a leitura vale o tempo investido.

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Exadata X4 – Parte I

No final do ano passado a Oracle anunciou o Exadata X4, nada mais justo do que uma análise um pouco mais detalhada sobre ele. Sinceramente, acredito que esta tenha sido a maior mudança na família Exadata desde o lançamento da versão V2. As mudanças do X4 são significativas, coisas bem interessantes foram alteradas pela Oracle (alterações boas e más).

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VMware, Storage e IOPS

Recentemente estava acompanhando um problema que não era específico de banco de dados, mas muito relacionado com o dia a dia de um DBA. Aqui, o ambiente era VMware mas ele não era o problema, ele estava no Storage. Na realidade o problema não era o Storage em si, mas escolhas erradas que foram feitas na sua utilização.

Resumidamente as equipes reclamavam que as vezes ficava “tudo lento”. Não era um ambiente de “produção”, mas sim um ambiente para que equipes de desenvolvimento tenham bancos de dados para testes (Oracle, SQL Server, DB2) e servidores de aplicação (JBoss, Apache). Tudo isso sobre VMware ESXi 4.1 e 5.0 e um Storage EMC (série VNX).

Depois dos relatos das equipes comecei a investigar e observei que pelos gráficos de desempenho do VMware o consumo de CPU estava abaixo de 50% para o host físico, mas algumas coisas estavam estranhas com o disco e o datastore. No VMware cada host físico e máquina virtual tem uma aba de performance onde temos acessos a diversos gráficos de desempenho (se você estiver usando o vCenter, mude os gráficos para Realtime) e eles estavam fora do padrão. Acredito que outros players de virtualização tenham métodos semelhantes para análise.

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