Exadata X4 – Parte II

O lançamento do Exadata X4 trouxe muitas mudanças, principalmente nos Storage Servers. Como disse no outro post as mudanças dos Storage Servers precisam ser detalhadas com mais cuidado, ler nas entre linhas e notas de rodapé. Infelizmente este é um artigo extenso e cheio de detalhes técnicos, mas garanto que a leitura vale o tempo investido.

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Exadata X4 – Parte I

No final do ano passado a Oracle anunciou o Exadata X4, nada mais justo do que uma análise um pouco mais detalhada sobre ele. Sinceramente, acredito que esta tenha sido a maior mudança na família Exadata desde o lançamento da versão V2. As mudanças do X4 são significativas, coisas bem interessantes foram alteradas pela Oracle (alterações boas e más).

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VMware, Storage e IOPS

Recentemente estava acompanhando um problema que não era específico de banco de dados, mas muito relacionado com o dia a dia de um DBA. Aqui, o ambiente era VMware mas ele não era o problema, ele estava no Storage. Na realidade o problema não era o Storage em si, mas escolhas erradas que foram feitas na sua utilização.

Resumidamente as equipes reclamavam que as vezes ficava “tudo lento”. Não era um ambiente de “produção”, mas sim um ambiente para que equipes de desenvolvimento tenham bancos de dados para testes (Oracle, SQL Server, DB2) e servidores de aplicação (JBoss, Apache). Tudo isso sobre VMware ESXi 4.1 e 5.0 e um Storage EMC (série VNX).

Depois dos relatos das equipes comecei a investigar e observei que pelos gráficos de desempenho do VMware o consumo de CPU estava abaixo de 50% para o host físico, mas algumas coisas estavam estranhas com o disco e o datastore. No VMware cada host físico e máquina virtual tem uma aba de performance onde temos acessos a diversos gráficos de desempenho (se você estiver usando o vCenter, mude os gráficos para Realtime) e eles estavam fora do padrão. Acredito que outros players de virtualização tenham métodos semelhantes para análise.

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