Oracle e MAA – Artigo X

Nesta série de artigos apresentei um passo a passo sobre como configurar um ambiente Oracle RAC 11GR2 com Data Guard  e seguindo o MAA. Mas será que é só isso que você deve se preocupar? Para ter um banco de dados Oracle operando em MAA basta configurar o Data Guard? Neste último artigo da série vou falar um pouco sobre isso, um resumo dos artigos passados e o que podemos esperar pela frente (12C).

DÉCIMO ARTIGO

Neste artigo vou fazer um guia com os tópicos anteriores, algo sucinto. Também vou escrever sobre o que está além do MAA e Oracle, quais outros fatores que podem influenciar para o sucesso do ambiente. Por fim, o que temos para o Data Guard no Oracle 12C.

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Exadata X5

Esqueça quase tudo o que você já viu sobre Oracle Exadata, com o lançamento da versão X5 muita coisa mudou. Algumas mudanças de hardware (e conceitos) foram tão significativas que precisam de uma análise mais detalhada. Já faz isso no lançamento do Exadata X3 (aqui) e do Exadata X4 (aqui e aqui) e vou tentar fazer agora.

A cada lançamento de nova versão do Oracle Exadata temos as melhorias básicas de hardware, cpu e memória, agora os database servers tem dois processadores Intel Xeon E5-2699 de 18 cores o que em um full rack dá 288 CPU’s. Quanto a memória, cada database server pode chegar a 768GB de memória o que permite chegar até 6TB de memória em um full rack.

Falando em configurações temos alterações nas versões disponíveis também. Por exemplo, se você vai utilizar Oracle 12c com In-Memory pode ter uma configuração com 16 database servers e 5 storage servers (com discos de alta capacidade) somando assim 576 cores de CPU e 13.3 TB de memória. Basicamente você pode configurar o Exadata com a quantidade que quiser de database servers e storage servers. As opções foram aumentadas para permitir ao Exadata se encaixar em todas as possíveis carga de trabalho.

Também foi adicionada a opção de utilizar Oracle VM no Oracle Exadata. Mas divago quanto a necessidade ou ganhos que você terá. Existem diversos mecanismos para gerenciamento de recursos disponíveis no Oracle Exadata e você não irá querer adicionar mais uma camada (uma não, diversas) entre o banco de dados e o hardware.

Tivemos algumas mudanças de software também, destaco duas: HCC e Exafusion. Para o HCC algumas mudanças na forma como o Exadata Software trata o cache (no flash) para colunas com HCC. Quanto ao Exafusion, agora o binário Oracle conversa direto com o Infiniband e permite uma redução das camadas no meio (entre banco e o hardware) e deixa o ambiente mais rápido.

Essas foram as mudanças mais sutis, ajustes e evoluções naturais mas não foram as principais. Para mim o Exadata X5 resume-se a NVMe. De forma bem simples, agora existe a possibilidade de utilizar discos Flash nos storage server (discos estes ligados no barramento PCIe).

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Oracle e MAA – Artigo IX – Failover Automático

Neste penúltimo da série sobre MAA com Oracle RAC 11GR2 vou falar um pouco sobre como ocorre o failover automático em caso de falha do primary. Vou demonstrar que basicamente você não faz nada, todo o trabalho “sujo” será pelo próprio Oracle.

NONO ARTIGO

Este artigo irá mostrar como o MAA resolve de forma automática todos os pontos de um failover. Claro que para isso você tem que ter tudo devidamente configurado e operacional. Você vai precisar de um Observer configurado e o Fast-Start Failover habilitado (como demonstrado aqui) bem como um Broker operacional (veja aqui). Se você leu os artigos anteriores você já tem tudo isso configurado e não irá se preocupar com mais nada.

AMBIENTE

Até o momento você tem um banco de dados primary (maa) e um banco de dados standby (maastb) sincronizados em Maximum Availability (com Real-Time no envio de redo). Além disso o Fast-Start Failover está habilitado.

Já aviso que o artigo pode ser extenso devido aos logs, tentarei suprimir as informações que não são necessárias. Mas mesmo assim recomendo a leitura para compreender tudo o que ocorre.

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Exadata: Gerenciado Recursos

Depois de apresentar de forma breve alguns conceitos do Oracle Exadata em artigos anteriores (aqui e aqui) vou falar um pouco sobre como usar tudo isso de forma inteligente. Você já deve ter notado que no Oracle Exadata existem muitos recursos disponíveis como cluster Oracle RAC, grande quantidade de discos, Storage Servers entre outros.

Um dos cenários mais comuns para o Oracle Exadata é a consolidação de bancos de dados distintos (e requisitos distintos) no mesmo ambiente. De qualquer forma não há nada errado, você já faz isso no ambiente tradicional. O seu storage já armazena os blocos de diversas bases, provavelmente compartilhando os mesmos discos do raid group.

Mas onde que o Oracle Exadata se sai melhor? Basicamente na integração entre hardware e software que não existe no ambiente tradicional, a granularidade do que pode ser controlado é muito maior. Muitos dos conceitos aqui podem ser aplicados no ambiente tradicional, o detalhe é utilizá-los com inteligência.

Muitos destes tópicos já foram comentados por mim no Webinar sobre Gerenciamento de Recursos que fiz para o Exadata SIG do GUOB. Fiz um post sobre o Webinar que está disponível aqui e lá existe uma descrição mais detalhada do está neste artigo. De qualquer forma, tentarei passar alguns detalhes para que você consiga utilizar os recursos disponíveis de forma inteligente.

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Exadata e ASM

Depois de apresentar a forma como cada Storage Server disponibiliza seus discos para os Database Servers no artigo anterior (aqui) vou escrever um pouco sobre como eles são acessados pelo Grid. Não existem surpresas ou mistérios aqui, só alguns detalhes interessantes.

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Exadata Software: arquitetura, discos e comunicação.

Oracle Exadata, uma das máquinas mais desejadas do universo Oracle,  appliance que fortaleceu a equipe de engineered systems da Oracle. Na minha opinião um divisor de águas. Para quem leu o meu artigo passado (aqui) acredito que tenha ficado claro que que não estamos falando só de hardware, mas sim de hardware e software que trabalham de forma integrada.

Se o hardware não é o mistério, o que faz o Oracle Exadata funcionar de verdade? O que é o Exadata Software, como funciona, qual a sua arquitetura, quais são seus processos, como seus discos são acessados, como se comunica com o banco?

Aqui, vou falar especificamente do Exadata Software, tentar responder estas perguntas e mais algumas.

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O que é Oracle Exadata?

O que é Oracle Exadata? Essa é uma pergunta que você já deve ter ouvido por ai, bom vou tentar responder (ou ajudar a responder). Respondendo da forma mais direta possível: Oracle Exadata (ou Oracle Exadata Database Machine) é um applicance criado pela equipe de Engineering Systems da Oracle e dedicado exclusivamente para que bancos de dados Oracle (versões 11 e 12) sejam executados com a maior performance e disponibilidade possível, independe do tipo (OLTP, DSS ou DW).

Legal não é? Mas o Oracle Exadata é muito mais do que isso, existem diversos detalhes técnicos de hardware e software que são muito importantes e transformaram o Oracle Exadata em um sucesso e desejo de muitos. Neste artigo, e nos próximos, vou falar somente sobre o Oracle Exadata, mostrar detalhes técnicos e algumas decisões gerenciais que estão ligadas a ele. Vou deixar de lado os detalhes comerciais (que você acha em qualquer documento que passou pela equipe de marketing da Oracle) e falar do técnico.

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Oracle e MAA – Artigo VIII – Fast-Start Failover

Depois de configurar o Broker, precisamos de um último passo para garantir que os requisitos básicos do MAA estejam contemplados. Nos últimos artigos passamos por alguns passos que provavelmente você não iria realizar em produção (e nem gostaria), fizemos o failover e o switchover (ambos com o broker – que configuramos aqui).

OITAVO ARTIGO

Neste artigo vamos configurar/adicionar ao ambiente a figura do Observer, será habilitado o Fast-Start Failover (FSFO) no Broker para permitir um monitoramento em tempo real do ambiente. Com isso, em uma eventual falha do ambiente primary o standby irá assumir o papel sem ser necessário executar qualquer comando.

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OpenWorld 2014

No final de Setembro e início de Outubro aconteceu a OpenWorld 2014 e tivemos muitas novidades, infelizmente serei um pouco parcial aqui por estar muito ligado ao Engineered Systems Oracle (Exadata, Backups) e alta disponibilidade – MAA (DataGuard, RAC). Nesta edição tivemos boas notícias em várias áreas, alguns lançamentos e muita informação técnica.

Para quem nunca foi na OpenWorld algumas coisas precisam ser esclarecidas, você não irá conseguir assistir a tudo o que você quer. Você terá que escolher qual palestra irá assistir, garanto a você que existirão duas que você gostaria de assistir no mesmo horário e terá que escolher só uma. Diferentemente da OpenWorld do Brasil, lá as palestras são com a equipe de engenharia da Oracle, você tem acesso a pessoa que criou o conceito por trás da tecnologia, como o CBO, o In-Memory do 12C (que foi a mesma do CBO), do Resource Manager, do Smarscan do Exadata e afins. Para os técnicos é ideal.

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Vamos falar de Exadata

Vamos falar de Exadata? Essa é uma pergunta muito interessante pois ela não é tão simples de responder. Na verdade ela leva a muitas outras perguntas.

Claro que falar de Exadata depois de ele estar a mais de 4 anos no mercado parece fácil, a documentação está ai e existem alguns blogs falando sobre ele. Mas o que você realmente conhece de Exadata? Você tem alguma ideia do que é o Exadata?

Começarei uma série de artigos sobre o Exadata, mas sem um número definido (não serão somente um ou dois artigos). Falarei de diversos pontos, desde a organização física e lógica dos componentes, passando por diversos detalhes técnicos (inclusive os segredos não ditos). O interessante é que como a “pauta” não está fechada você pode contribuir, comente aqui suas dúvidas e o que você quer saber.

No primeiro artigo o foco será em um overview do Exadata, o que podemos encontrar nele e como é organizado. Irei além do que já foi comentado nos artigos sobre o Exadata X4 (aqui e aqui).